Sir Paul's live performances are actually improving as he gets older, which makes this do#@!&ent from his early '90s touring days arguably better than his '70s dates but not up to the level of his triumphant new millennium concerts. However, this is a Bea ...More tle we're talking about, and how bad can it be to hear immortals like "Drive My Car," "We Can Work it Out," and "Here, There and Everywhere" sung by one of their creators? The problem is the newer stuff. Props to McCartney and band (including then-wife Linda, guitarist Robbie MacIntosh, and guitarist-singer Hamish Stuart from the Average White Band) for refusing to merely wallow in nostalgia. But tunes such as "Biker Like a an Icon" and "Peace in the Neighbourhood" are no great shakes any time; placed side by side with "Hey Jude" and "Yesterday," they fare even less well. Recorded live during Paul McCartney's 1993 world tour, following the release of his album Off the Ground, this live video captures Sir Paul and his band on-stage, performing highlights from his solo career as well as his days with the Beatles. McCartney plays 21 songs (three of which were not featured on the album of the same title), including "Hope of Deliverance," "Peace in the Neighborhood," "Let Me Roll It," "Drive My Car," "Here, There and Everywhere," "Let It Be," and "Paperback Writer." ~ Mark Deming, All Movie Guide.Sir James Paul McCartney, MBE (Liverpool, 18 de Junho de 1942), é um cantor, baixista, guitarrista, multi-instrumentista, compositor, empresário, produtor musical e cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico. McCartney alcançou fama mundial como membro da The Beatles, com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Lennon e McCartney foram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, "escrevendo alguma das músicas mais populares da história do rock"[1]. Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se em uma carreira solo de sucessos, formou uma banda com sua primeira mulher Linda McCartney, os Wings. Ele também trabalhou com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.
Em 1979, o Livro Guinness dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos.[2] . Paul teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso norte-americana. Vinte das quais junto com os Beatles (que compôs junto com John Lennon) e o restante em sua carreira solo ou com seu grupo Wings.
Paul McCartney é o canhoto e baixista mais famoso da história do rock, embora também toque outros instrumentos, como bateria, teclado e guitarra. É considerado como um dos mais ricos músicos de todos os tempos. Fora seu trabalho musical, Paul advoga em favor dos direitos dos animais, contra o uso de minas terrestres, a favor da comida vegetariana e a favor da educação musical. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada Many Years From Now, autorizada pelo músico e escrita pelo britânico Barry Miles.
Sua empresa MPL Communications detém os direitos autorais de mais de três mil canções[3], incluindo todas as músicas escritas por Buddy Holly.A lenda da morte de Paul McCartney começou nos anos 60. No dia 12 de outubro de 1969, um telefonema anônimo ao DJ Russ Gibb da radio WKNR-FM de Dearborn, Michigan, informou sobre a morte de Paul dizendo que se a canção "Revolution 9" fosse ouvida ao contrário seria possível ouvir turn me on, dead man (reviva-me, homem morto)[20]. Posteriormente um estudante da Universidade de Michigan publicou uma revisão sobre o álbum Abbey Road detalhando vários indícios da morte de Paul McCartney[21] . No dia 14 de outubro, um jornal de Michigan abordou o assunto. A lenda tomou força quando um DJ de Nova York, Ruby Yonge, falou em seu programa da WABC sobre a morte de Paul. Ruby foi demitido imediatamente porém a rádio WABC podia ser escutada em quase todo território americano e o que acabou fazendo com que lenda tomasse proporções gigantescas.Em 2001, Paul McCartney lançou uma coletânea contendo as melhores canções dos Wings, Wingspan, e um do#@!&entário sobre a banda em DVD com o mesmo nome. No fim do ano, ele organizou The Concert for New York City, um espetáculo em resposta aos ataques de 11 de setembro[41] . Participaram do show realizado no Madison Square Garden de Nova York o grupo The Who, Eric Clapton, Billy Joel e Elton John, entre outros.Em uma entrevista em 1980, Lennon disse que a última vez que viu McCartney foi quando eles assistiram ao programa de tv Saturday Night Live juntos em maio de 1976, onde Lorne Michaels fez uma proposta de 3.000 dólares para reunir Lennon, McCartney, Harrison e Starr em um show.[22] McCartney e Lennon tinham considerado a proposta mas estavam cansados demais para seguir até o estúdio. |